




Natural de Araranguá e de família tradicional petista do Vale, a jornalista Amanda Souza de Miranda, servidora da UFSC, causou repercussão nas redes sociais ao atribuir a forte chuva de granizo que atingiu a Grande Florianópolis ao agronegócio e à construção civil.
Durante o temporal, Amanda questionou: “Será que isso aqui é o agro destruindo a nossa área verde? Prefeito vendendo a cidade para a construtora? É isso?”
Depois, publicou imagens das pedras de gelo e classificou Santa Catarina como um estado “destroçado”, criticando os chamados “bolsonaristas negacionistas” e afirmando que áreas verdes estariam sendo destruídas para a construção de “prédios de Airbnb”.
As declarações ganharam ainda mais repercussão por ocorrerem poucas semanas depois de uma entrevista ao portal Opera Mundi, na qual Amanda se referiu a Santa Catarina como “Nazilândia” e utilizou o termo “Santa Catareich” ao comentar o cenário político catarinense.




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