Ney Lopes

Pronto socorro pede socorro

O Hospital São José, de Criciúma, acendeu o sinal vermelho. O Pronto Socorro da unidade, projetado para atender simultaneamente até 15 pacientes, opera hoje com cerca de 52 pessoas — mais que o triplo da capacidade. A superlotação pressiona equipes, compromete a agilidade e coloca em xeque a qualidade do atendimento em um dos momentos mais sensíveis da assistência: a urgência e emergência. O cenário é reflexo direto do aumento expressivo na demanda, que vem sobrecarregando toda a rede. Diante da situação, o hospital faz um apelo por integração entre os serviços de saúde, cobrando maior eficiência na regulação de pacientes e melhor organização dos fluxos. O objetivo é claro: evitar o colapso e garantir que quem mais precisa continue sendo atendido.

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