




Nascido e criado no bairro São Cristóvão, em Criciúma, o jornalista Celso Freitas, aos 73 anos, se despede das telas depois de uma trajetória de 56 anos levando informação aos lares brasileiros. Passou pelo Jornal Nacional, da Globo, marcou época na Record e encerrou sua longa jornada na televisão no SBT, onde se despediu nesta semana.
A história de Celso começou ainda na adolescência, nos microfones da Rádio Eldorado, em Criciúma. Foi em Brasília, durante o período em que serviu ao Exército, que sua carreira ganhou projeção nacional, com a apresentação do Jornal Nacional produzido na capital federal e transmitido para todo o Brasil.
Tive a oportunidade de servir no Exército na mesma época que Celso, em Brasília, e acompanhar de perto o início de uma trajetória que o transformaria em um dos rostos mais conhecidos e respeitados do telejornalismo brasileiro.
De menino do bairro São Cristóvão a referência nacional na televisão, Celso Freitas construiu uma carreira que atravessou gerações. Agora, ao deixar as telas, encerra um capítulo histórico de sua vida profissional, mas deixa uma marca definitiva na comunicação brasileira — e um motivo de orgulho para Criciúma.





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