De capital do carvão à capital das barbearias, farmácias, academias e funerárias

Criciúma já foi conhecida como a capital brasileira do carvão e do azulejo — setores que fizeram a riqueza da cidade e projetaram grandes empresários para o cenário nacional. Hoje, com essas atividades em ritmo bem mais discreto, o cenário econômico mudou. E o comércio também. Basta circular pela cidade para perceber uma nova “vocação” surgindo a cada esquina. Criciúma parece viver a era das barbearias estilosas, das cafeterias, das farmácias que ocupam praticamente todas as esquinas e das academias que não param de se multiplicar. Agora um outro segmento também entrou forte nessa disputa: o das funerárias. Na Avenida Centenário, por exemplo, já existe praticamente uma ao lado da outra, todas tentando conquistar espaço em um mercado que, convenhamos, nunca fica sem demanda. E tem de tudo: planos, facilidades e até promoções. No ritmo que vai, já tem gente brincando que Criciúma trocou o título de capital do carvão e do azulejo pelo de capital das barbearias, cafeterias, academias, farmácias… e funerárias. Um retrato curioso — e um tanto irônico — dos novos tempos do comércio local.

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