Entre ovos, energéticos e promessas: ficou a aposta

Sem o “sonho milionário” do ovo do Tata, sem a energia turbinada dos energéticos Baly de Tubarão e, ao que tudo indica, sem o cofre sempre midiático do velho da Havan, o Criciúma precisou aterrissar na realidade. Depois de circular pelo mercado pedindo algo em torno de R$ 12 milhões pelo patrocínio master, o Tigre acabou fechando com uma casa de apostas por R$ 3 milhões para estampar a marca na camisa durante a Série B. Do camarote da expectativa para a arquibancada da pragmática: no fim das contas, entre o discurso ambicioso e o caixa que fecha, vale mais um pix garantido do que um investidor imaginário. No futebol — e na vida — o que veste a camisa não é o sonho, é o contrato assinado.

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