Sem o bilionário Rei do Ovo e o energético Baly estampando a camisa — que negaram patrocínio — a diretoria do Criciúma resolveu arregaçar as mangas e apostar no famoso networking raiz. Aproveitando a ida do Tigre a Itajaí, a comitiva carvoeira esticou a viagem até Brusque e bateu ponto no centro administrativo da Havan.
O objetivo? Levar um “agrado” e, quem sabe, despertar o interesse de outro bilionário catarinense: Luciano Hang, o homem da Estátua da Liberdade, dono da Havan. Vai que cola, né?
O presidente Canela liderou a missão, acompanhado do presidente do Conselho, Farias, e ainda reforçado por nomes de peso (do passado): os ex-jogadores Emerson Almeida e Éder. Experiência em campo não faltou — agora é ver se fora dele, no marketing, também dá jogo.
Se vai virar patrocínio ou só uma boa foto para o álbum, aí já são outros 90 minutos.