O setor de transporte coletivo vive uma das maiores crises da história no Sul do país. Depois do encerramento das atividades da São José, de Urussanga, e da ZTL, de Siderópolis, agora foi a vez da Alvorada, de Tubarão, anunciar o fim das operações em quatro cidades do sul. Em Criciúma, os famosos “amarelinhos” também chegaram a cobrar, há pouco tempo, dívidas milionárias da prefeitura para conseguir manter os serviços em funcionamento.
O cenário preocupa ainda mais diante das dificuldades enfrentadas por outra tradicional empresa de Araranguá, que atravessa uma forte crise interna de gestão. Para completar o efeito dominó no segmento, a gigante gaúcha Unesul também confirmou sua saída de circulação em diversas linhas.
Entre aumento de custos, queda no número de passageiros, concorrência com aplicativos e dificuldades financeiras acumuladas nos últimos anos, o transporte coletivo regional vê empresas históricas desaparecerem uma após outra, deixando dúvidas sobre o futuro da mobilidade no Sul catarinense.