Crise silenciosa abala um dos maiores grupos empresariais de Criciúma

Uma das famílias mais tradicionais do empresariado de Criciúma atravessa o momento mais delicado de sua trajetória. Dona de um grupo econômico que durante décadas expandiu seus negócios e consolidou presença em diversos setores no Sul catarinense, a holding agora enfrenta uma grave crise financeira. Nos bastidores, a informação é de que a aposta em uma gestão profissionalizada, com executivos contratados por altos salários, acabou produzindo o efeito inverso do esperado. Decisões consideradas equivocadas e investimentos malsucedidos teriam provocado um rombo milionário nas contas do grupo. Para tentar conter a crise e evitar um colapso ainda maior, a família iniciou um processo de venda de ativos e reestruturação patrimonial. Parte dos negócios já estaria sendo colocada no mercado como forma de gerar caixa e reduzir o endividamento. O grupo mantém operações em pelo menos três municípios do Sul do Estado e é responsável por centenas de empregos diretos e indiretos. Apesar do cenário delicado, pessoas próximas à família afirmam que a prioridade neste momento é preservar as operações consideradas estratégicas e impedir que a crise afete ainda mais a imagem construída ao longo de décadas.

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