A morte do empresário Gilberto Uggioni, o popular Cebola, em um grave acidente na Via Rápida, voltou a colocar em pauta a segurança de uma das principais rodovias de ligação do Sul catarinense. O acidente fatal, ocorrido quando o empresário retornava para sua residência, na Lagoa dos Esteves, em Balneário Rincão, acendeu um alerta entre autoridades e especialistas da área de trânsito.
Nos últimos meses, a Via Rápida tem registrado uma série de ocorrências, incluindo colisões e capotamentos, mesmo com o limite máximo de velocidade estabelecido em 100 km/h. Diante do cenário, órgãos responsáveis pelo trânsito estudam a possibilidade de implantação de radares de velocidade em pontos estratégicos da rodovia, como forma de aumentar a fiscalização e reduzir o número de acidentes.
Embora as causas do acidente que vitimou Cebola ainda estejam sendo investigadas, o episódio reforçou a discussão sobre a imprudência de motoristas que trafegam acima da velocidade permitida e os riscos enfrentados diariamente por quem utiliza a via.
O velório e o sepultamento do empresário, realizados ontem no crematório, reuniram centenas de amigos, familiares e empresários da região, em uma das maiores despedidas registradas recentemente em Criciúma.