Um dos setores mais importantes da economia da grande Criciúma, que já vinha dando sinais discretos de dificuldade nos últimos meses, agora começa a admitir nos bastidores que a situação é bem mais delicada do que parecia.
Em conversas reservadas, executivos de várias empresas da região já tratam o momento como de forte turbulência. A queda na demanda, o aumento dos custos e a retração do mercado colocaram muitas companhias em estado de alerta.
O que mais preocupa é que, se o cenário não reagir rapidamente, o movimento pode desencadear uma onda de demissões em massa. O assunto já circula com frequência em reuniões estratégicas e encontros empresariais.
Por enquanto, muitas empresas tentam ganhar tempo com ajustes internos e cautela nas decisões. Mas entre empresários e gestores o clima é de apreensão — e a palavra crise, que até pouco tempo era evitada, agora começa a aparecer sem rodeios nas conversas de bastidores.